Date: 02 Out 2018

À entrada para um mês tradicionalmente complicado para os Bulls o sentimento era de optimismo moderado, após a notícia do acordo alcançado entre os EUA e o Canadá para a substituição do NAFTA, criando o United States-Mexico-Canada Agreement (USMCA) que reduz o ambiente de conflito comercial entre a maior economia do mundo e os seus principais parceiros, sendo por ora incerto se a estratégia de pacificar as relações com os seus vizinhos e com a Europa não será uma forma de Trump ganhar espaço para um conflito mais sério com a China, tal como alguns analistas vaticinam, até porque o que separa as duas maiores economias do mundo e muito mais do que as divergências entre os EUA e os restantes parceiros, isto porque a China é mais fechada à entrada de capital estrangeiro, assim como apesar do país asiático ter avançado muito no desenvolvimento da sua tecnológica, o certo é que muita foi adquirida em empresas estrangeiras, por vezes de forma ilegal, sendo este um dos pontos mais referidos por Trump quando fala do conflito comercial com a China, tal como foi reafirmado recentemente por Kevin Hassett, responsável do White House Council of Economic Advisers.

Com o alivio das tensões comerciais os grandes exportadores foram inequivocamente os mais beneficiados, como foi o caso da Boeing, a que mais valorizou no Dow Jones com um ganho de 2,79%. O índice industrial foi sem surpresas o que obteve melhor performance, não obstante tenha sofrido como os restantes, de uma tendência descendente que teve início à entrada para a ultima hora, mas que no caso do Russell 2000 foi uma constante desde a abertura da sessão. O índice das small caps foi castigado por um claro movimento de rotação de capital que se transferiu para as grandes exportadoras, agora menos ameaçadas. Na Europa o dia foi igualmente de optimismo ligeiro no final do dia com várias praças a cederem terreno, como a italiana, que recuou -0.49% ainda a sofrer da crise provocada pela proposta de orçamento com um deficit muito acima do previsto anteriormente. Instabilidade que tem levado a moeda única a uns dias de menor fulgor comprador, como ontem ao perder -0.2% naquela que foi a quarta no vermelho. O principal beneficiado do acordo comercial entre os EUA e Canadá, que só será validado pelos respectivos parlamentos em 2019, foi o dólar canadiano, que amealhou 0.8%.

O gráfico de hoje é do USD/CAD, o time-frame é Semanal

Este par de moedas está em território bearish após ter quebrado em baixa a linha inferior do canal, contudo é expectável que possa vir a testar essa mesma linha de quebra

Marco Silva

A informação fornecida não constitui pesquisa de investimento. O material não foi preparado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.

Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades PLC (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem uma oferta ou solicitação de uma negociação em qualquer instrumento financeiro. Nenhuma representação ou garantia é dada quanto à exatidão ou integridade dessas informações. Qualquer material fornecido, não tem em conta o objetivo de investimento específico e a situação financeira de qualquer pessoa que possa recebê-lo. O desempenho passado não é um indicador confiável do desempenho futuro. AT fornece um serviço somente de execução. Consequentemente, qualquer pessoa que atue na informação fornecida o faz por conta própria e risco.

 

Marco Silva

 

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